domingo, 15 de dezembro de 2013

A MAÇONARIA

As Forças Ocultas
I – A maçonaria
Gustavo Barroso

Demos o primeiro lugar, entre essas forças ocultas, à maçonaria por ser a mais antiga, tanto no mundo como no Brasil. Não esqueçamos seu relevante papel ao tempo de Dom Pedro I, o grão mestre Guatimozin, nem sua ação, às vezes visível, em todos os grandes acontecimentos da nossa história. As ligações entre a maçonaria e o judaísmo têm sido provadas à saciedade inúmeras vezes por grande número de autores. Seus símbolos, passes, palavras, títulos são todos judaicos. Seus grandes orientadores, judeus. Ela é internacional como o judaísmo, o capitalismo e o comunismo. É um Grande Oriente e não um Grande Ocidente...

Por uma circular constante do “Boletim do Grande Oriente do Brasil” de junho de 1935, o Soberano Grão Mestre declara que, em tese, “a maçonaria não faz política de partidos; é instituição que está acima dos partidos”. Essa circular declarava-se simpática à Aliança Nacional Libertadora. Outra condenava o Integralismo. Entretanto, um parecer do Sr. Artur Murat do Pilar, membro do Sacro Colégio e chanceler da Ordem do Grande Oriente do Brasil, opinou a 23 de Setembro de 1935 que não havia razão para a maçonaria condenar o Integralismo como subversivo, porquanto lealmente reconhecia que no manifesto Integralista, “apreciado no seu conjunto, não há uma declaração positiva que autorize a segurança da citada afirmação”.

Há nesse parecer trechos que merecem ser citados: “A comissão também não pode aceitar a extensão que se quer dar aos bons costumes exigidos pela maçonaria para a iniciação de qualquer profano, ligando-os estreitamente à noção de ordem pública. Sua pátria restringe-se à vida doméstica e à atividade do maçon...”.

Vê-se pela própria declaração por escrito da maçonaria, oficialmente, que ela não admite a ideia de pátria no maçon. Com a sua vida secreta, destrói a pátria, pois que a do maçon é a sua atividade maçônica. O Integralismo vive e age às claras. O Integralismo constrói uma pátria. É impossível, pois, qualquer aliança ou ligação entre ele e a maçonaria. A ausência de pátria implica no internacionalismo, que é eminentemente judaico e se exprime na forma capitalista e na forma comunista, quer no âmbito público, quer no âmbito maçônico. O Integralismo, sendo contra qualquer internacionalismo que dissolva as pátrias é contrário à maçonaria.

Além disso, é forçoso convir que ninguém se reúne secretamente, com cuidados de toda a sorte, para fazer coisa boa. O que é bom se faz em público, claramente. Muito maçon há que ainda não percebeu a verdade do que existe oculto por trás das primeiras camadas que são as únicas que lhe deixam ver. Um dia rasgar-se-á o véu do templo e recuará horrorizado.

A maçonaria contraria hoje o sentido, o espírito do século XX com o ridículo romantismo do seu ritual secreto. Isso não seduz mais as mentes da mocidade. Ela quer luz, amplidão, as grandes massas em formatura, as esquadrilhas de aviação rosnando no azul, as florestas de braços verdes que se erguem e abaixam, os gritos bárbaros que ecoam no espaço ensolado, a força duma nação moça ostentando-se à luz do dia.

Nenhum moço quer mais saber de templos ou cavernas forradas de negro ou de vermelho, de tíbias cruzadas e de caveiras, de esqueletos no fundo de alcovas ou de bodes pretos satânicos, de embuçados e de punhais, de testamentos filosóficos e de juramentos terríveis.

O século XX é um século arejado, de janelas abertas e sem teia de aranhas.

A maçonaria brasileira, segundo o capítulo XIII da “Constituição”, inserta no “Código Maçônico”, mantêm representantes junto às Potências Maçônicas Estrangeiras e delas recebe representantes. É, pois, um Estado secreto em ligação, pelo menos diplomática, com outros Estados que a si mesmos se denominam potências. Se si abrir o “Regulamento Geral”, também inserto no aludido código, veremos pelo capítulo I que a maçonaria tem quatro poderes: legislativo, judiciário, litúrgico e executivo. Um Estado no Estado.

A afirmação de que a maçonaria não é política, não se mete na política, não procede. Seus próprios documentos a desmentem e provam que é eminentemente política. Leiamo-los: “Convent du Grand-Orient”, 1929, pág. 48: “Quando um maçon é recebido numa loja, presta juramento: si é deputado, é responsável perante seus eleitores, mas também o é perante nós”. Idem, 1888, págs. 529-530: “Organizamos no seio dos parlamentos verdadeiros sindicatos de maçons”. Idem, 1923, pág. 365: “Os parlamentares maçons, que são de certo modo emanação da ordem, devem, durante o mandato, continuar tributários dela... Sua grande obrigação é jamais esquecer os princípios maçônicos que permitiram sua carreira política e nunca deixar de prestar contas às suas lojas”. Idem, 1922, pág. 362: “Deve se sentir a maçonaria em toda a parte; não se deve descobri-la em parte alguma”.

Que é isso senão política e política não em prol dos interesses nacionais, porém dos interesses maçônicos?

A falecida “A Manhã”, no seu número de 14 de Novembro, salvo engano, publicou com estrondo a notícia da “deflagração de formidável combate ao fascismo brasileiro” pelos militares-maçons de Curitiba. Ora, o mais curioso foi terem alguns oficiais do exército assinado um telegrama notório a esse respeito, destinado ao deputado Plínio Tourinho, sem que o sr. Ministro da Guerra houvesse tomado a menor providência contra eles.

O general João Gomes declarou em documento público que vestir uma camisa verde era “vilipendio” e prendeu o coronel Newton Braga, porque com essa camisa fez uma conferência pública sobre a viagem do “Jahú”. Entretanto, s. ex. não proíbe seus oficiais de usarem secretamente o avental e as faixas da maçonaria. No Integralismo, tudo é público, até o juramento que o Chefe suspendeu para os militares. Na maçonaria, tudo é secreto, inclusive o “testamento filosófico” e o juramento. Maiores razões teria o sr. ministro, se fosse justo, de impedir a entrada de seus comandados numa associação de caráter secreto e suspeito, do que num partido político que age às claras.

Além disso, o Integralismo é todo brasileiro, não tem a menor ligação com instituições ou organizações de fora do país enquanto que a maçonaria, apesar de suas negativas, é internacional, como o comunismo, o judaísmo, estando unida aos Grandes Orientes do oco do mundo... Tanto assim que um fascista ou um nazista, vindo ao Rio, nada tem com o Integralismo e nem serão incluídos nos seus quadros; mas um maçon inglês ou chinês será recebido em qualquer loja “brasileira” e desde que “se regularize” funcionará nela, com o mesmo direito que os brasileiros.

Dizem os ignorantes que a maçonaria nada mais vale, e os cegos que ela não passa duma simples instituição de caridade. Instituição de caridade secreta, não é? Em verdade, a maçonaria é, simplesmente, como diz um amigo meu, a “fábrica de judeus artificiais”.

A maçonaria ajuda seus membros a arranjarem empregos, fama e fortuna. O que uns obtêm duramente, pelo seu esforço constante e mérito próprio, os maçons conseguem à custa do auxílio mútuo dos “irmãos”, em detrimento dos que não são “irmãos”, dos “profanos”. Como de há muito, segundo estudos e documentos conhecidíssimos, a maçonaria esteja sob o domínio do judaísmo internacional, o maçon não passa, às vezes, sem se aperceber, dum escravo dos judeus.

O judeu-judeu, o legítimo, age fora dos países, para comprá-los, escravizá-los, o maçon-judeu artificial age dentro de cada pátria, vendendo-a, auxiliando o trabalho da escravização. Isso dá lugar a inúmeros crimes que se ocultam sob o biombo das três palavras mágicas: Liberdade, Igualdade e Fraternidade.

A própria maçonaria se encarrega de desmenti-las. Peado pelos seus juramentos de obediência cega e pelo segredo, o maçon é o ente menos livre deste mundo. Escalonados em graus hierárquicos, não há a menor igualdade entre eles na escala do mando, dos conhecimentos, das honrarias e dos segredos. A sua fraternidade é falsa, porque existe somente entre si, entre os irmãos, não alcançando os profanos. Toda fraternidade que não seja sem limites, universal, não é fraternidade, passa a ser “coterie” e produz efeitos contrários aos da verdadeira fraternidade.

Pelo covenant de setembro de 1934, do Grande Oriente de França, como resultado do parecer sobre a tese A – “Estudos das doutrinas fascistas e dos meios de combatê-las”, a maçonaria resolveu bater-se pela “dissolução das organizações armadas”. Vimos o que fez nesse sentido no Brasil e estamos vendo o que está fazendo em França. Maçonaria e fascismo são inimigos natos.

Pela maçonaria, o judaísmo controla em vários países a distribuição de empregos públicos, de modo a influir na marcha da administração. Sua influência nos exércitos pode ser medida por aquele doloroso e vergonhoso ”affaire des fiches”, que fez com que, em pleno parlamento, o deputado Syveton, destinado a ser morto pela maçonaria, esbofeteasse o ministro da guerra, general André.

Como as influências judaicas, diretamente ou indiretamente, governam o mundo, agindo melhor naqueles que não acreditam nelas e julgam essa história de judaísmo invenção louca de Hitler ou conto “á dormir debout”, aí temos a diferença de tratamento pelo ministro da Guerra a oficiais maçons e integralistas: aqueles podem continuar a prestar seu juramento secreto e a vestir o avental da acácia, porque o fazem ocultamente; estes não devem jurar em público, nem vestir a camisa verde na rua, à luz do sol ou em recintos em que todos podem entrar.

Escondido, com senhas, contrassenhas, palavras de passe, linguagem figurada e sinais ocultos de reconhecimento, o militar não sofre vilipendio, embora se transforme num “judeu artificial”. Às claras, erguendo o braço, bradando anauê, ostentando a camisa verde e pregando a defesa da pátria com suas instituições e tradições, sim, estará vilipendiado.

Em verdade, vivemos numa época de tanta confusão que, para muitos, um avental vale mais do que uma camisa...

(Gustavo Barroso. Espírito do Século XX. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1936, 290 páginas; transcrito das páginas. 63 até 72.)


O que pensava Miguel Reale sobre Gustavo Barroso

Miguel Reale
“...era um companheiro admirável. Alto, de porte marcial, parecia ter nascido para comandante da milícia, a cujos desfiles assistia com olhos saudosos dos heróis que cultuara em suas pesquisas históricas, ostentando no peito as condecorações que o envaideciam. Quando, porém, se tinha a fortuna de conhecê-lo na intimidade, o que deparávamos diante de nós era um homem simples e afável, com muito do recato da vida sertaneja. Nas longas viagens pelo ITA, contava-nos eles casos e mais casos do Nordeste ou da Guanabara, com uma verve espontânea e aliciante, assim como gostava de referir-se aos estudos históricos que haviam desfeito falsas glórias das armas argentinas ou uruguaias, nas guerras platinas, restituindo valores devidos ao exército brasileiro. De um patriotismo exemplar, entrara para o Integralismo seduzido pelo ideal nacionalista, assim como pelo amor que dedicava aos valores da ordem e da hierarquia na luta contra o comunismo, que ele inseria no quadro de um combate universal à "conspiração judaica". Como me opunha a alguma de suas ideias, chamava-me de "judeuzinho", mas, no fundo, era um sentimental, incapaz de compartilhar com as futuras atrocidades de Hitler contra o povo israelita”.

REALE, Miguel. Memórias: Destinos Cruzados. São Paulo: Saraiva, 1987. Pág. 99.

O INTEGRALISMO

Gustavo Barroso

Gustavo Barroso

O Integralismo não é um partido político, nem de modo algum deve ser confundido com qualquer partido político. Os partidos representam interesses parciais dum grupo de eleitores organizados à sombra dum programa destinado à duração dos mandatos daqueles que elege. O Integralismo põe o interesse da Nação acima de todos os interesses parciais ou partidários e se guia por uma doutrina, não por umprograma.

Programa é um projeto ou resolução daquilo que se pretende fazer em um tempo determinadoDoutrina é um conjunto de princípios filosóficos, morais e científicos no qual se baseia um sistema político por tempo indeterminado. A diferença é essencial. Uma doutrina dá origem à incalculável número de programas. Um programa não produz nenhuma doutrina.

- Se não é partido, que é, então, o Integralismo? – perguntarão todos quantos se viciaram em compreender a política como simples jogo e manejo de partidos.

O Integralismo é uma Ação Social, um Movimento de Renovação Nacional em todos os pontos e em todos os sentidos. Prega uma doutrina de renovação política, econômica, financeira, cultural e moral. Prega essa doutrina, completa-a e a amplifica constantemente com seus estudos, e prepara os homens capazes de executar as medidas dela decorrentes. Abrange, nos seus postulados, indagações e finalidades, todas as atividades nacionais. Bate-se, não por um programa partidário regional ou local, - autonomista, evolucionista, constitucionalista, partido republicano mineiro, partido republicano paulista, partido democrático, etc.; mas pela construção duma Grande Pátria dentro duma doutrina que contenha princípios definidos desde as concepções do Mundo e do Homem até às dos fatores materiais econômicos.

Isto é uma Política, da qual decorre uma administração. Os partidos somente são capazes de chegar até um programa de administração. O Integralismo constrói uma Doutrina Política, em consequência da qual poderá formular inúmeros programas de administração.

Por isso, o Integralismo não compreende e não quer o Brasil partido, dividido: dum lado, o povo alistado em dezenas e mesmo centenas departidos, votando em milhares de legendas que subpartem os partidos, sempre contrário ao governo, como se este fosse seu pior inimigo; dum lado, o povo iludido pelos politiqueiros, contrapondo-se ao Estado que o esfola com os impostos; do outro, esse Estado manobrado pelo partido que dele se apoderou por meio do voto, oscilando ao sabor das forças paralelas a ele – corrilhos eleitorais ou financeiros, etc., tornado meio de satisfazer apetites, quando deve ser um fim para satisfazer o bem público; mas compreende e quer o Brasil - Unido, isto é, o Brasil - Integral, com o Estado e a Nação confundidos num todo indissolúvel.

O Estado não deve ser somente o governo, a administração dum país. A Nação não deve ser somente a comunidade dos indivíduos unidos pela origem, pela raça, pela língua ou pela religião sob o mesmo regime político. A Nação e o Estado devem integrar-se num corpo só, na mesma associação de interesses e de sentimentos, confundindo-se na mesma identidade e para os mesmo fins.

Na Doutrina Integralista, a Pátria Brasileira deve ser uma síntese do Estado e da Nação, organizada sobre a base corporativa. A sociedade humana não vale somente pelo que apresenta aos nossos olhos; vale muito mais ainda pelo que nela existe e não conseguimos ver, isto é, as forças ocultas do seu Passado e do seu Espírito. Os homens prendem-se ao Passado através de seus ascendentes, cujas características essenciais herdam, cujas conquistas morais, intelectuais, técnicas e materiais lhes são transmitidas como um verdadeiro patrimônio. Essa herança é a civilização e nela as gerações que se sucedem são solidárias.

Compostas de homens, as Nações ligam-se ao passado pelas suas tradições de toda a espécie. Enraizada nelas é que a Pátria Brasileira deve florescer no Presente para frutificar no Futuro.

O regime corporativo une os sindicatos de trabalhadores, de técnicos e de patrões, coordena seus esforços e transforma-os de organismos políticos de luta em organismos políticos, sociais, econômicos, morais, educativos, de equilíbrio e de cooperação.

A fim de realizar o que pretende, o Integralismo não apela, como os extremistas, para a brusca subversão da ordem social e conseqüente inversão de todos os seus valores, para os atos de banditismo, vandalismo ou terrorismo, para bombas de dinamite e atentados pessoais, para sabotagens e greves que ainda mais precária tornam a situação do pobre operário; mas para o valor do próprio homem, sua dignidade de ser pensante, suas virtudes patrióticas, suas reservas morais, sua tradição religiosa e familiar, seu amor pelo Brasil, sua crença em Deus!

Querendo a grandeza da Pátria Brasileira, o Integralismo por ela se bate em todos os sentidos. Essa grandeza somente pode alicerçar-se na alma das massas trabalhadoras de todo o país, libertadas ao mesmo tempo da exploração econômica do capitalismo sem pátria e da exploração política dos caçadores de votos ou dos extremistas fingidos, que falam em nome de operários e camponeses sem serem nem operários, nem camponeses.

Pelo Integralismo, a grandeza da Pátria Brasileira se fará pela renúncia dos interesses pessoais em favor dos interesses nacionais, a pureza dos costumes públicos e privados, a simplicidade da vida, a modéstia do proceder, a integridade da família, o respeito à tradição, a garantia do trabalho, o direito de propriedade com seus deveres correlatos, o governo com autoridade moral e mental, a unidade intangível da Nação e as supremas aspirações do espírito humano.

Integralismo quer dizer soma, reunião, integralização de esforços, de sentimentos, de pensamentos, ao mesmo tempo de interesses e de ideais. Não pode ser um simples partido. É coisa muito mais elevada. É um movimento, uma ação, uma atitude, um despertar de consciências, um sentido novo da vida, a marcha de um povo que desperta!

Batendo-se pela felicidade do Brasil dentro das linhas de seus grandes destinos, condicionadas pelas suas realidades de toda a ordem, o Integralismo quer que o pensamento dos brasileiros não se divida e enfraqueça na confusão de doutrinas ou programas; quer que se una e some ao influxo de uma mesma doutrina político-social. Porque essa base doutrinária é imprescindível para a construção do ESTADO INTEGRAL BRASILEIRO, ESTADO HERÓICO pela sua capacidade de reação e de sacrifício, ESTADO FORTE pela sua coesão, sem fermentos desagregadores dentro de si, no qual, como fator indispensável de independência, se tenha processado a emancipação econômica e, como condição principal da unidade da Nação, tenham desaparecido as fronteiras interestaduais.

Para a realização de tão grande obra política, econômica e social, o Integralismo tem de combater sem tréguas e sem piedade toda a repelente imoralidade do atual regime de fraudes, enganos, corrupção e promessas vãs, bem como todo o materialismo dissolvente da barbárie comunista que alguns loucos apontam como salvação para nosso país. O atual regime pseudo-liberal e pseudodemocrático é um espelho da decadência a que chegou o liberalismo, que procurou dividir a nação com regionalismos e separatismos estreitos, implantando ódios entre irmãos, atirados às trincheiras da guerra civil; com partidos políticos transitórios que sobrepõem as ambições pessoais aos mais altos interesses da Pátria e pescam votos, favorecendo os eleitores com um imediatismo inconsciente, em que tudo concedem ou vendem, contanto que atinjam as posições.

Esse regime fraco e vergonhoso escravizou o nosso Brasil, o pouco capital dos brasileiros e o trabalho das nossas populações abandonadas ao banqueiro internacional por um criminoso sistema de pesados, aladroados e sucessivos empréstimos externos, cuja funesta e primeira consequência é o esfolamento pelos impostos.

O comunismo que agitadores estrangeiros, aliados a brasileiros vendidos ou inconscientes, inimigos da Pátria, nos prometem, quer a destruição das pátrias, da propriedade e da família, a proletarização das massas e a materialização do homem em todos os sentidos. Tirando ao indivíduo suas crenças e tradições, sua vida espiritual e sua esperança em Deus, sua família – que é sua projeção no Tempo -, e sua propriedade – que é sua projeção no Espaço -, arranca-lhe as forças de reação, todos os seus sentimentos, deixa somente a fera humana e prepara-o, assim, para definitiva escravização ao capitalismo internacional disfarçado em capitalismo de Estado.

O Povo Brasileiro debate-se em verdadeira angústia econômica e anseia por novo padrão de vida; debate-se numa completa desorganização de sua existência pública e almeja nova forma de justiça social; debate-se em formidável anarquia de valores e na incultura geral, e precisa formar sem detença homens escolhidos que possam resolver os grandes e graves problemas da Nação.

Urge a transferência completa do Brasil para salvá-lo, novo conceito de vida, novo regime, novo quadro de valores. Essa transformação completa, integral da Sociedade Brasileira fatalmente terá de ser o resultado duma transformação completa, integral da Alma Brasileira no sentido do rigoroso cumprimento de todos os deveres para com a Família, para com a Pátria e para com Deus.

A lição de Jacques Maritain manda a Razão submeter-se a Deus, que é Espírito, e à Ordem Espiritual por Ele instituída.

Só uma Revolução Moral pode produzir uma grande, digna e benéfica Revolução Social. Porque esta é projeção daquela. Por isso, a Doutrina Integralista afirma que a primeira revolução do Integralismo é a Revolução Interior.

(Transcrito das págs. 9 até 16 de “O que o Integralista deve saber”. 1ª edição. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1935, 214 págs.)


sábado, 14 de dezembro de 2013

GUSTAVO BARROSO


Sérgio de Vasconcellos

Em Outubro de 1932, Plínio Salgado fundou o Integralismo. Nos meses subsequentes, centenas de Núcleos Integralistas surgiram por todo o País. Em fins de 1932, Ovídio Gouvêa da Cunha, um jovem estudante de Sociologia, ouvindo falar em Integralismo, dirige-se a São Paulo, e lá, encontra-se com Plínio Salgado e M. Reale, dividindo a mesma mesa, numa modesta sala na Av. Brigadeiro Luis Antônio Nº 12, a primeira Sede Nacional da A.I.B. O próprio Plínio Salgado fornece-lhe alguns exemplares do Manifesto de Outubro. Voltando ao Rio, Ovídio Cunha – que aderira ao Sigma -, encontra-se com Gustavo Barroso e entrega-lhe um dos Manifestos, que recebera das mãos do Chefe Nacional. Esse foi o primeiro contato do Autor de “Terra do Sol” com a Doutrina Integralista.

Ovídio Cunha

Prosseguindo em sua tarefa Revolucionária, Plínio Salgado vem ao Rio, em 1933, e pronuncia uma série de Conferências Doutrinárias no Salão da Associação dos Empregados no Comércio do Rio de Janeiro. Ao final de uma delas - em que demonstrava como a Filosofia Integralista conciliava o livre arbítrio, o determinismo e o providencialismo -, um homem dirige-se a Plínio Salgado e pede simplesmente um distintivo, o Chefe retirou o que usava na lapela e presenteou o desconhecido. Tratava-se de Gustavo Barroso, e esse foi o seu segundo e decisivo contato com o Integralismo.

Gustavo Barroso, Joaquim de Araújo Lima, Plínio Salgado, Manoel Ferraz Hasslocher e Raimundo Barbosa Lima (Matinas de Abril, no Rio de Janeiro).

Ainda nesse ano de 1933, Plínio Salgado lança os dois primeiros livros Integralistas – “Psicologia da Revolução” e “O que é o Integralismo” -, e parte junto com Thiers Martins Moreira, Capitão Aristófanes do Vale e Hermes Barcelos, na Primeira Bandeira Integralista, que singrou diversos Estados, chegando até o Ceará, de onde iniciou o retorno ao Rio de Janeiro. Em Vitória, Capital do Espírito Santo, Plínio Salgado encontra-se novamente com Barroso – que publicara “O Integralismo em Marcha”, o terceiro livro Integralista – e com Madeira de Freitas - médico afamado e escritor muito conhecido sob o pseudônimo de Mendes Fradique -, um dos principais articuladores do Movimento no Rio de Janeiro.

O ingresso de Gustavo Barroso na Ação Integralista Brasileira causara grande impacto na opinião pública, pois, Barroso era figura de projeção nacional e internacional. Fundador do Museu Histórico Nacional, Presidente da Academia Brasileira de Letras, ex-Deputado Federal, Folclorista, Historiador, Museólogo, Romancista, Contista, enfim, um homem brilhante, inteligentíssimo, com vasta produção literária em vários campos do conhecimento, só superado por Coelho Neto em quantidade de livros editados. No Integralismo foi Chefe da Milícia, e com a extinção desta, Secretário Nacional de Educação (Moral, Cívica e Física) da A.I.B. Escreveu os seguintes Livros Integralistas: “O Integralismo em Marcha”, “A Palavra e o Pensamento Integralista”, “O Integralismo de Norte a Sul”, “Brasil – Colônia de Banqueiros”, “História Militar do Brasil”, “Integralismo e Catolicismo”, “Espírito do Século XX”, “O que o Integralista deve saber”, “O Quarto Império”, “Comunismo, Cristianismo e Corporativismo” e outros. A leitura, não apenas de suas Obras Integralistas, mas de todos os seus Livros, é recomendável a todos os Brasileiros, particularmente, aos Integralistas, pois, neles se aprende Brasil.














quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Gustavo Barroso: Um Brasileiro Imortal*

Sérgio de Vasconcellos**

Companheiros.

1 – A finalidade desta Palestra, e reconheço a desproporção entre a exiguidade da mesma e sua pretensão, repito, a finalidade é demonstrar que Gustavo Barroso é Imortal, aliás, triplamente Imortal. Evidentemente, não estou me referindo a Imortalidade da Alma, pois, como Integralistas, todos temos certeza da mesma, mas, a outro tipo de imortalização.

2 – Gustavo Barroso foi jornalista, advogado, folclorista, educador, político, sociólogo, historiador, mitólogo, museólogo, geógrafo, romancista, contista, cronista, poeta, enfim, polígrafo de ilimitados recursos.
Sem exagero, o Brasil é abençoado por Deus, pois, sua floração de intelectuais não tem concorrentes em outro País: Gonçalves Dias, Castro Alves, Fagundes Varela, Álvares de Azevedo, Casimiro de Abreu, Olavo Bilac, Alphonsus Guimarães, Mário Pederneiras, Bernardino Lopes, José de Alencar, Joaquim Manuel de Macedo, Bernardo Guimarães, Machado de Assis, França Júnior, Martins Pena, Coelho Neto, Graça Aranha, Inglês de Souza, Franklin Távora, Domingos Olímpio, Xavier Marques, Lima Barreto, Capistrano de Abreu, Rocha Pombo, Afrânio Peixoto, Afonso Taunay, Oliveira Lima, Joaquim Nabuco, Campos Sales, Afonso Celso, Oliveira Viana, Alberto de Oliveira, Euclides da Cunha, Couto de Magalhães, Barbosa Rodriguês, Batista Caetano, Nina Rodriguês, Pandiá Calógeras, Pires do Rio, Ronald de Carvalho, Jackson de Figueiredo, Eduardo Prado, Tavares Bastos, Melo Morais, Sílvio Romero, João do Rio, Leonel Franca, Farias Brito, Rui Barbosa, Alberto Torres e poderíamos ficar dias inteiros enumerando os grandes escritores e pensadores Brasileiros e não terminaríamos a relação... E Gustavo Barroso é um desses gigantes.

3 – Gustavo Barroso nasceu em Fortaleza, Capital do Ceará, em 29 de Dezembro de 1888, tendo sua mãe falecida poucos dias após o seu nascimento, e sendo o seu pai muito ocupado pelo trabalho, sua educação ficou aos cuidados da avó e duas tias solteironas. Teve uma infância alegre, despreocupada e arteira.
Nos estudos, seu pai não permitiu a Escola Militar, então, foi matriculado no Liceu do Ceará; posteriormente, ingressou na Faculdade de Direito de Fortaleza, onde iniciou sua vida de intelectual, tendo publicado seu primeiro artigo em 1906. Começa a participar da Imprensa no Ceará e a colaborar com os Jornais do Rio de Janeiro, usando o pseudônimo que viria a tornar-se famoso “João do Norte”. Em 1910, desiludindo-se com a política local, muda-se para o Rio de Janeiro, onde fixa residência. Mas, no Rio, a vida não seria fácil, passou fome, dormiu em bancos nas praças, passou muita necessidade, até que conseguiu um emprego.
Retoma seus estudos de Direito, passa a colaborar no Jornal do Commercio. No Rio de Janeiro, escreve e publica mais de 160 Livros, começando por Terra de Sol (1912) e terminando por Mississipi (1961, editado postumamente). Tendo publicado uma vintena de Livros entre 1912 e 1922(Ao Som da Viola, Heróis e Bandidos, Pergaminhos, Praias e Várzeas, A Ronda dos Séculos, Uniformes do Exército Brasileiro, etc.), que o projetaram nacional e internacionalmente, e acaba sendo eleito para a Academia Brasileira de Letras, em 1923.
A Academia Brasileira de Letras é uma instituição que reúne os mais brilhantes literatos do Brasil. Fundada por Machado de Assis, suas quarenta Cadeiras são disputadas. Pois bem, o lema da ABL, em latim, diz: “AD IMMORTALITATEM”, para a imortalidade. Assim, eis Barroso imortal.
Mas, Barroso não se acomoda à glória e continua escrevendo e publicando (Almas de Lama e Aço, Alma Sertaneja, O Annel das Maravilhas, Aquém da Atlântida, Através dos Folclores, O Brasil em face do Prata, A Guerra do Flores, A Guerra do Lopes, A Guerra de Artigas, A Guerra do Rosas, A Guerra do Vidéo, Inteligência das Cousas, O Sertão e o Mundo, Luz e Pó, entre outros), acumulando mais honrarias no Brasil e no Exterior. Em 1919 foi Secretário da Delegação Brasileira à Conferência de Paz, em Paris, onde elaborou-se o célebre Tratado de Versalhes. Em 1922, como coroação de um trabalho metódico, funda o Museu Histórico Nacional, de que foi Diretor quase até sua morte em 1959.

4 – Em 1932, outro famoso escritor Brasileiro, Plínio Salgado, funda um Movimento Político chamado Integralismo, cuja Doutrina é perfeitamente sintetizada em nosso lema “Deus, Pátria e Família”.
Gustavo Barroso filia-se a esta nova corrente política em 1933. Barroso era então um dos mais importantes intelectuais Brasileiros e sua adesão repercutiu em todo o Brasil. Em breve, outros tantos e brilhantes Pensadores Nacionais também se filiaram ao Integralismo: Tasso da Silveira, Câmara Cascudo, Alcebíades Delamare, Mansueto Bernardi, Raimundo Padilha, Miguel Reale, Madeira de Freitas, Ovídio Cunha, Hélder Câmara, Machado Paupério, Rocha Moreira, Machado Florence, Contreira Rodriguês, Everardo Backheuser, Jaime Ferreira da Silva, Américo Jacobina Lacombe, Belisário Pena, Helio Vianna, etc.
Barroso continua escrevendo: O Quarto Império, Espírito do Século XX, Reflexões de um Bode, Brasil – Colônia de Banqueiros, O Integralismo e o Mundo, O Brasil na Lenda e na Cartografia Antiga, O Livro dos Enforcados, Portugal – Semente de Impérios, História Secreta do Brasil, A Palavra e o Pensamento Integralista, História Militar do Brasil, O Integralismo de Norte a Sul, A Sinagoga Paulista, O Integralismo em Marcha, Integralismo e Catolicismo, Judaísmo, Maçonaria e Comunismo, Comunismo, Cristianismo e Corporativismo, O que o Integralista deve Saber, etc.
Ora, o Movimento Integralista tem diversos Rituais, e um deles, dedicado aos Integralistas falecidos, diz: “No Integralismo ninguém morre! Quem entrou neste Movimento imortalizou-se no coração dos Camisas Verdes!” Eis aí conquistada a Segunda imortalidade de Gustavo Barroso.
Escritor prolífico – só superado por Coelho Neto -, Barroso prossegue editando seus Livros, paralelamente as suas atividades no Museu, na ABL, etc.: As Sete Vozes do Espírito, Segredos e Revelações da História do Brasil, Quinas e Castelos, Seca e Meca e Olivais de Santarém, História do Palácio do Itamarati, Introdução à Técnica de Museus, Nos Bastidores da História do Brasil, etc.

5 – Gustavo Barroso falece em 03 de Dezembro de 1959.
Gustavo Barroso batalhou incansavelmente pelo Povo Brasileiro, por sua felicidade, e todos os seus esforços e lutas como Jornalista, como Secretário de Estado, como Professor, como Deputado Federal, como Representante Brasileiro em Conferências e Exposições Internacionais, como Político, como Membro destacado da Academia Brasileira de Letras, como Fundador e Diretor do Museu Histórico Nacional, etc., são a prova viva de sua dedicação ao nosso Povo, que ele amava profundamente. Barroso faz parte da Galeria dos Heróis Nacionais, ao lado de Tamandaré, de Raposo Tavares, de Pedro Teixeira, de Caxias, de André Vidal de Negreiros, de Henrique Dias, de Felipe Camarão, de Osório, de Alexandre de Gusmão, de Zumbi dos Palmares, de D. Pedro I, de José Bonifácio, do Barão do Amazonas, de Rondon, de Dom Pedro II, da Princesa Isabel, de Carlos Gomes, de Villa-Lobos, de Tiradentes, de Santos Dumont e tantos mais. Eis a terceira Imortalidade de Gustavo Barroso, aquela que atribuímos aos nossos Heróis Nacionais, que estão sempre vivos em nossa História e devem nos servir permanentemente como modelos, como exemplos que devemos seguir diante da Pátria, para engrandecê-la e nos tornarmos também Heróis Nacionais algum dia.

Assim, provamos por um exame sucinto da Vida e Obra de Gustavo Barroso que ele é triplamente imortal: Imortal nas Artes, Imortal para os seus Companheiros de Ideal Integralista, Imortal para a Nação Brasileira.

6) Integralistas, de pé!

Vou proceder à chamada do Companheiro Gustavo Barroso, antes, porém, peço um minuto de silêncio.

Gustavo Barroso. Presente!

Companheiros, no Integralismo ninguém morre! Quem ingressou neste Movimento imortalizou-se no coração de todos os Camisas Verdes.

Ao Anunciador do Quarto Império, ao Arauto da Quarta Humanidade, ao Vanguardeiro da Nova Era, ao Trimegisto dos tempos modernos, ao Companheiro Gustavo Barroso, três Anauês!

Anauê! Anauê! Anauê!

*Palestra proferida nos Núcleos Integralistas do Estado do Rio de Janeiro – NIERJ (FIB-RJ).

** Σ – Comerciante – Rio de Janeiro (RJ).


Gustavo Barroso e a Academia Brasileira de Letras

Guilherme Figueira*
Foi uma longa trajetória, está que trouxe o Secretário Nacional de Educação da AIB Gustavo Barroso à Academia Brasileira de Letras, e não estou falando da distancia geográfica que separa a cidade de Fortaleza, onde nasceu, à sede da ABL, no Rio de Janeiro. Estou falando da trajetória que todo intelectual percorre até ter seu trabalho reconhecido, e poucas vezes o reconhecimento leva a chegar àquela Casa. Muitos escritores que percorrem este caminho, quando lá chegam, têm sua participação beirando ao anonimato, porém, não foi isso que aconteceu com Gustavo Barroso. O Secretário Nacional de Educação da AIB, antes de conseguir ser eleito na Cadeira 19, em 8 de março de 1923, tentou quatro vezes, tendo tido êxito apenas na quinta. Vale ressaltar que Barroso foi o terceiro ocupante dessa cadeira, sucedendo ao escritor D. Silvério Gomes Pimenta.

Na sua posse, foi recebido pelo Acadêmico Alberto Faria, que ressaltou a presença do mais jovem membro no quadro da época, 34 anos, e sua prolífica publicação de até então 17 livros. Após ingressar na Academia Brasileira de Letras, o mais novo acadêmico passou a atuar no cargo de tesoureiro da instituição, o que lhe valeu participar ativamente na adaptação do prédio do Petit Trianon, oferecido pelo Governo francês ao Governo brasileiro. Gustavo Barroso também exerceu outros cargos na administração da Academia Brasileira de Letras, se destacando na presidência da Casa nas gestões de 1932/1933 e 1949/1950.

João do Norte, Nautilus, Jotanne e Cláudio França foram alguns dos diversos pseudônimos que Gustavo Barroso utilizou em suas obras. Infelizmente, a maior parte da sua Obra não se encontra reunida nos Livros, mas, espalhada por diversos jornais e revistas, nacionais e estrangeiros, destacando-se pelo longo período de sua colaboração, a revista Fon-Fon, na qual que escreveu assiduamente.

O Boletim Bandeira do Sigma recomenda a leitura de um dos maiores, se não o maior ensaio sobre a natureza e os costumes do sertão cearense, me refiro ao aclamado livro Terra de Sol, de autoria do Secretário Nacional de Educação da AIB, Gustavo Barroso. Outras obras, estas Integralistas, poderiam ser recomendadas, porém, para compreender a genialidade do Imortal sugiro primeiramente esta obra, já que é uma das mais famosas entre os seus 128 livros. 

(Transcrito do Boletim “Bandeira do Sigma”, Janeiro de 2010, Ano I, Nº 6, página 2.)

* Σ – Publicitário – RJ.

Opinião de Gustavo Barroso sobre Plínio Salgado

No dia 11 de Junho de 1937, as Cortes do Sigma proclamaram solenemente Candidato da Acção Integralista Brasileira à Presidência da República ao Chefe Nacional Plínio Salgado.

O discurso de encerramento daquela histórica Solenidade foi proferido por Gustavo Barroso, Secretário Nacional de Educação da A.I.B., em meio ao qual declarou o seguinte sobre o Chefe Nacional Plínio Salgado:

"Reparae - exclama o orador - a grande differença que existe entre o Chefe Nacional e os chefes dos outros movimentos, não iguaes, mas parallelos. Todos esses movimentos tiveram os seus precursores e os seus realizadores.
"No Brasil não há precursores. Plínio Salgado é o primeiro e o único".


("Monitor Integralista", Rio de Janeiro, 17 de Junho de 1937, Anno V - Num. 21 - págs. 3. Foi conservada a ortografia do original)

FONTE: http://integralismo.blogspot.com.br/2010/08/opiniao-de-gustavo-barroso-sobre-plinio.html